A minha voz calou, logo eu que sempre tinha algo a dizer, perdi a voz e as palavras perderam todo sentido. 
Você me deixou da forma mais covarde, terminou toda a nossa história por áudio do celular... Você não teve coragem de olhar em meus olhos enquanto me deixava, não me deu oportunidade de me explicar, não me perdoou e nem revelou "meus erros". Você acabou com tudo por causa de um erro tolo, que sinceramente não tenho culpa. 
Você me chamou de louca, disse que eu era impulsiva e ciumenta demais, que poderia perder a vida por causa de um ato impensável meu... Na hora da fúria, você disse tudo o que queria, mas não podia e nem tinha o direito de dizer. Não polpou as palavras, não pensou no bem querer que diz sentir por mim, não pensou na gente, muito menos em mim, pensou só em você, só no seu ego magoado. 
Agora estou aqui com as feridas expostas a infecção; sangrando, doendo e com pus. 
Agora vou ter que me reconhecer de volta, lamber as feridas até que cicatrize, tentar encontrar a paz que você tirou de mim, tentar não me culpar ou me sentir fraca por me sentir tola e indefesa. Você tirou o meu sorriso do rosto e colocou lágrimas nos olhos, você pegou todo o sentimento bom que sentia por você e retorceu tudo... Por que você fez isso? Você abalou a fé que eu tinha no amor, pintou minha esperança de cinza e me colocou em modo avião por não sei quanto tempo.
Antes eu era a primeira a querer falar sobre você, hoje não posso ouvir o seu nome que meu coração para e pede socorro.


Créditos ao dono* 

As vezes por mais que algo, alguém te faça mal é difícil deixar aquilo ir.

Costumo a dizer que o ser humano tem um grande defeito de se sabotar; se tudo tá bom a gente tem a mania de criar um problema e quando tem alguma coisa ruim a gente tende a se enfiar ainda mais na merda em vez de cortar o mal pela raiz.

Mas por que será que fazemos isso com nós mesmos?

Eu já vivi muitas situações onde não queria deixar algumas amizades irem, amores e até mesmo trabalhos, tentava desesperadamente caber na vida daquelas pessoas ou naqueles lugares, até o dia que cai em mim e percebi que o problema não era aquelas pessoas que não conseguiam ver o melhor que tinha a oferecer ou o reconhecimento que não recebia por ser uma excelente funcionaria, mas sim que aquilo simplesmente não era pra mim.

Ai finalmente deixei ir...

Nisso perdi amigos de muitos anos e que pensava que nunca conseguiria viver sem. Perdi, ou melhor, me livrei de empregos que em vez de me levantar me estagnava e colocava pra baixo, mas mesmo com essa bagagem, ainda não é fácil dar adeus para algo que queremos...

Neste momento me encontro presa há uma pessoa que até então achava que fosse feita pra mim, mas esse negocio de 'tampa de panela' e 'almas gêmeas' não funcionam tão bem fora do papel...

A verdade é que somos demasiadamente imperfeitos, mas insistimos em procurar a perfeição no outro e quando a gente caí na real e vê que aquilo não é tão colorido e tão bonito, dói.

A decepção dói e faz com que a gente se sinta tolo, as vezes até obtuso em não ter enxergado a verdade por trás da luz que reluzia... Por isso caros leitores e amigos, fiz um pacto comigo mesma onde me proíbo de me cobrar tanto, me criticar tanto e me colocar pra baixo por causa de coisas pequenas.

Decidi aumentar o volume da música, a deixar as janelas abertas pra luz do sol entrar e o vento tocar meus cabelos, decidi apenas viver um dia de cada vez sem me apoiar em nada em nem ninguém, a não ser em mim mesma.

E ai, bora dançar comigo?





Credito na imagem * Série:Izombie

Domingo você foi meu!
Fizemos amor na sala, no quarto e no banheiro. Foi intenso, foi verdadeiro chegando próximo ao desespero. 
A gente conversou por horas sobre todos os assuntos e não falamos sobre nada ao mesmo tempo. 
Nós olhamos, nos tocamos, nos conectamos. 
Rimos de algumas situações engraçadas e de nós mesmos, das pessoas e de como tudo parecia bobo ao nosso redor. 
Nos abraçamos por horas, nos mantemos próximos; lado a lado.
Segunda nos abandonamos...
A rotina bateu a nossa porta e deixamos o amor de lado, brigamos. 
Fechamos a cara, não rimos mais, discutimos sobre amor demais ou de menos. 
Interrompemos nossos planos, fomos viver a vida separados. 
E cada passo que você deu na direção contrária a minha doeu o coração; doeu na alma saber que talvez sejamos melhores enquanto estamos separados. 
Eu fiquei sem entender o que tinha acontecido, onde tínhamos nos perdido e não entendo, como pode o amor não ser suficiente? 
Agora vivo olhando ao redor te procurando, te buscando. Não paro de olhar pro relógio e contar os minutos, me perguntando quando você vai notar minha falta, a minha ausência não te dói? 
Já é quinta-feira e você ainda não voltou para os meus braços, por onde você anda meu amor? Aonde foi parar que não encontra o caminho de volta pra casa? 
Volta, o café está pronto... 



As vezes me sinto tão tola por querer tanto viver um amor cliché bem daqueles típicos de comédia romântica que muitas vezes acabo me enroscando entre a realidade e esses sonhos tolos.  
As vezes me empolgo tanto com os pequenos detalhes que me perco em meio de tantas incertezas e depois fica difícil achar o caminho de volta.  
Em certos aspectos eu consegui o meu amor cliché, mas a vida vem me ensinando que o amor é muito mais do que a gente pode ver ou entender,  seja no dia a dia ou nas telas do cinema ou TV.
As vezes me sinto como um carro em alta velocidade sem freio, que faz as curvas com tanta violência que por muitas vezes quase colide no muro ou capota a ribanceira.  Esses momentos são aqueles que meto os pés pelas mãos  cometo os atos mais impulsivos e depois fico pensando no quão insana fui por ter agido daquela maneira abrupta. 
Sinto um medo tremendo de perder você meu amor, então entenda, quando vejo você partir mesmo sabendo que é um breve adeus me sinto agoniada e ansiosa esperando um novo reencontro e querendo saber dos teus passos, daí fico em seu encalço e novamente ajo pelo impulso. 
Eu poderia te escrever tantas cartas e poemas de amor, eu te lembro em toda canção melodiosa, te vejo no espelho ou no retrovisor de cada carro e quando chove lá fora, sinto que chove dentro de mim também tudo culpa da sua ausência.   
Você é meu sonho mais lindo e o mais sem sentido também. 
Você é medo e a certeza na mesma dimensão.  
É incrível como a vida da gente muda rápido, como um simples sim pode mudar toda a nossa história. 
Você chegou de repente, sem fazer muito barulho e já foi logo me fazendo sorrir, aquele tipo de sorriso que chega primeiro aos olhos e depois aquece o coração.
Você foi paciente e deixou claro logo de inicio que nem todos os muros que tentasse levar seria o suficiente pra afasta-lo de mim ou faze-lo desistir. 
Você foi pouco a pouco desconstruindo tudo que eu achava que era amor e deu novo sentido a palavra e ao sentimento 
Ah, você! Que chegou sem avisar e logo tratou de fazer morada em meu peito, foi insistente e por mais que eu mandasse embora resolveu ficar e com um abraço apertado você me venceu, me prendeu em seus bracos com firmeza, mas ainda me deixou espaço pra respirar,  deixou que eu fosse eu. 
Enquanto todos acham que amar seria como prisão, você me libertou, abriu a gaiola e me fez voar e quando tive medo de cair você me apoiou, já preparou o kit de primeiros socorros e aguardou meu pedido de ajuda.
Você foi atencioso e nem um pouco mesquinho, pensou mais em mim do que em você todas as vezes... E por esses e muitos outros motivos penso que já amo você e se até esse momento não me via como sendo sua, agora vejo claramente e pensando bem, como eu poderia não ser? 





Na vida é assim; quando um sapato começa apertar ou fazer calos você compra outro par e substitui. Quando você se depara com alguma situação que por algum motivo começa a te incomodar você analisa o que está de fato te  incomodando e se você consegue superar aquilo ou tentar conviver com essa determinada situação, se a resposta for sim você vai insistir nela e tentar dar o melhor que pode pra manter aquilo, seja uma relação amorosa ou uma amizade ou emprego. (quem sabe?) Agora quando a situação extrapola toda a sua capacidade de entendimento ou conforto você simplesmente acaba abrindo mão porque mesmo sendo algo que te traga alegria e felicidade ou recompensa financeira não vale a pena o desconforto ou desgaste emocional. 
A verdade é que a vida é muito simples, tudo é uma questão de escolha/consequência. Sim ou não. Dentro ou fora. Limpo ou sujo. Inteiro ou quebrado. Fui clara até aqui? Por muitas vezes a gente que acaba complicando as coisas, ou colocando obstáculos onde não tem, ou fazendo escolhas equivocadas e depois acaba quebrando a cara com as consequências; ou simplesmente você se apoia em suas expectativas com relação as outras pessoas e quebra a cara, se decepciona. 
Mas lá no fundo a gente sabe que a culpa não é do outro, a culpa é nossa mesmo, que sempre nos apoiamos nas pessoas erradas ou colocamos muita expectativa em cima do outro, esperamos muito do próximo ou temos o pior defeito de todos - confesso que esse é meu pecado e sempre quebro minha cara por isso - achamos que os outros vão fazer/amar/cuidar da mesma forma que fazemos- ou pior, com a mesma intensidade - e meu amigo, quando você chega numa situação dessas eu te falo com prioridade, corre que é cilada! 
Precisamos entender que somos responsáveis pelo nosso sentimento e que devemos lidar com essa carga emocional da forma mais sensata possível, seja quando vamos  expelir o sentimento pra fora e despejar na outra pessoa ou quando vamos guardar pra gente- e por vezes pensar que o outro tem que adivinhar o que sentimentos - e achar um equilíbrio entre sentir e o que fazer com esse sentir. 
Eu mesmo demorei muito tempo pra entender que os outros não me devem nada, que não precisam suprir ou acertar as minhas expectativas e posso dizer pra vocês que é um processo muito difícil e doloroso. Aceitar que o outro não te deve  reciprocidade e lidar com a falta dela não é fácil. 
Então o pensamento tem que ser... 



Esse mês eu fiquei meio perdida, porque não sabia qual livro ler, então pedi uma indicação pra minha melhor amiga Mari e como ela sabe que um dos meus contos favoritos é a "A bela e fera" e compartilha desse sentimento comigo ela me indicou esse livro que li e amei e também ficou responsável pela resenha, já que ela também me ajuda aqui no blog... Espero que vocês gostem da resenha desse mês e que sintam-se encorajados a ler este livro incrível. 


Livro - A Fera
Título Original - Beastly   
Autor (a): Alex Flinn
Páginas: 320

Sinopse Oficial.
O livro de Alex Flinn é uma adaptação moderna do conto de fadas “A Bela e a Fera”. Em vez de castelos e relógios falantes, o cenário é a cidade de Nova York. A arrogância do protagonista Kyle Kingson, um jovem rico e inteligente, faz com que ele seja amaldiçoado pela colega de classe Kendra após humilhá-la na frente de toda a escola. Transformado numa aberração e rejeitado pelos pais, Kyle passará uma temporada exilado no Brooklyn, onde precisará descobrir a beleza em si e assim, possivelmente, quebrar a maldição.

Opinião da Mari.  

por: Mariana Batschauer

Você pode conhecer a história graças ao filme com a Vanessa Hudges, mas assim que você começa a ler o livro esquece completamente do filme. 
A história é fiel em vários aspectos ao conto original (e até a versão da Disney) da Bela e a Fera, porém tem muitas coisas dos dias atuais. Por exemplo um bate-papo com outros contos de fadas. 
Tem momentos de danças, de filmes no meio da madruga (com direito a pipoca porque não somos obrigados né?!), guerras de neve e até dentro do metro de Nova York. 
Kyle e Lindy demoram pra se apaixonar (mesmo com ajuda do povo amigo e cupido) e quando você acha que finalmente vai pra frente... rola problema pra separar o casal (porque a vida é feita pra sofrer por shipp). Kyle fica lá, todo triste, perdendo todas as esperanças um milagre acontece. Ele vai atrás da Lindy e... final feliz! (Tava pensando que eu ia falar como o final ia acontecer? Me respeita).
Cheio de momentos feitos para suspirar, para ficar com raiva dos personagens e de momentos para refletir. Esse livro pe feito para aqueles que acreditam no amor.

BÔNUS - Melhores citações do livro

"Queria ter uma ópera. Queria ter uma catedral. Queria poder escalar até o topo do Empire State, que nem o King Kong. Em vez disso, só tinha os livros; os livros e as ruas anônimas de Nova York com seus milhões de pessoas burras e ingênuas. Eu assustava a mim mesmo."

"Para mim, o quinto andar significava falta de esperança, significava me sentar à janela lendo O Corcunda de Notre-Dame e me sentir tão solitário quanto Quasímodo. Eu não queria ir até lá."

"Mas o que eu realmente tinha vontade de dizer era: Fique. Você não é minha prisioneira. Pode ir embora quando quiser, mas fique porque me ama."

 Fica também a sugestão pra ver o filme, que também é bem legal! 

Bom gente essa foi a primeira resenha da Mari aqui pro blog e quarta resenha do #Desafio12MesesLiterários, espero que vocês gostem! :) 








Escolhi esse livro, porque ele é um dos meus livros favoritos do Nicholas Sparks, um dos meus autores favoritos, mesmo eu tendo uma relação de amor e ódio com os livros dele HAHAHAHA 
Quando vi o tema do mês e logo pensei em reler este livro... Sendo assim espero que vocês curtam a resenha e comentem aqui embaixo o que acharam... 


Escolhi a capa original, porque não curto capa com foto promocional do filme. 

Livro - Querido John
Título Original - Dear John 
Autor (a): Nicholas Sparks 
Páginas: 263
Tipo de capa: Brochura
Gênero: Romance, Literatura estrageira
Idioma: Inglês 

Sinopse Oficial.
Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.

Opinião da Pri.
O que dizer desse livro que quanto mais leio mais considero pakas? 
Gente, eu tive uma fase "Nicholas Sparks" muito forte na minha vida, não podia ver nenhum livro dele sendo lançado que precisava desesperadamente ler/comprar, não sei como sobrevivi a esse período {já que os livros do Nicholas são muuuuuito dramaticos e quase todos na mesma fórmula e escrita} - MAS EU SOBREVIVI - e de todos os livros dele esse é meu favorito. 
Todo mundo que conhece um pouco sobre livros e cinema sabe que a maioria dos livros do Nicholas já foram adaptados em algum momento para o cinema, já que no EUA os livros são vistos como "novelas" de romance e muito rentáveis pra adaptações de pequeno orçamento... Sendo assim você pode tanto ter lido como ter visto o filme, mas já adianto os finais são diferentes! 

Amei a escolha de atores pra interpretar John e Savannah nos cinemas! 

Como de costume vou ressaltar todos os meus pontos favoritos e depois alguma coisa que posso não ter curtido tanto... 
Primeira coisa que normalmente eu gosto muito dos livros do Nicholas e com esse não poderia ser diferente, é a construção dos personagens, a maioria das histórias traz personagens fortes ou que precisam ser muito fortes pra viver a situação em que são colocados pela vida, então, minha paixão pelo John Tyree foi quase que instantânea, seja pela simplicidade que ele transmite, seja pelo jeito taciturno de ser ou pelo fato de mesmo sendo calado ele consegui demonstrar o que ele sente, me cativou muito! 
"Achei qualidades em mim. Lá no fundo, bem lá no fundo. Aonde poucos têm paciência de chegar, ou enxergar."
Segunda coisa que simplesmente amei, o fato da história mostrar que um relacionamento ou um amor não depende de tempo pra ser vivido/sentido, John e Savannah se conhecem de forma inesperada e dentro de uma semana eles vivem coisas incríveis e descobrem um sentimento muito puro e verdadeiro! Mesmo depois quando John se mantem distante devido ao alistamento para o exército, eles começam a trocar cartas e essas cartas possuem um significado tão grande para o John que simplesmente não tem como amar esse homem e relação de amor e adoração que ele tem por Savannah e o que eles conseguiram construir em tão pouco tempo.
"O que é verdadeiro volta? Não. O que é verdadeiro não vai. O que é verdadeiro, permanece."
Terceiro ponto que amei, o livro conseguiu me prender do começo ao fim, coisa que com os livros do Nicholas nem sempre é possível, já que os livros são sempre muito dramáticos e começam a deixar a leitura cansativa demais. Esse livro é diferente, a narração dele (é em primeira pessoa, na visão do John) consegue nos trazer pra dentro da história de maneira muito simples e acaba marcando a gente igualmente ao personagem... Do nada você se vê dentro da história e tentando entender as aflições do John e vivendo os sentimentos dele. 
"A vida não é justa. Mas também aprendi que é possível seguir em frente, não importa quanto pareça impossível. […] Quero que você saiba que sempre será parte de mim [...]"
Agora os pontos que não gostei, na verdade foi apenas um: QUE PORRA DE FINAL FOI ESSE? NICHOLAS TU TÁ FAZENDO UM JOGO COMIGO NÉ VIADO? Gente, fiquei muito brava com o final do livro e prefiro mil vezes o final do filme, achei bem mais digno da história de amor deles John e Savannah. Inclusive, Savannah eu gostava tanto de você, mas no final consegui te xingar mais do que humanamente é possível, soltei um "VACAAAAAAAA" tão grande que acho que até os vizinhos conseguiram ouvir...   
"Só não se esqueça, que eu lutei mesmo sem forças. Que eu sorri mesmo sem motivo e que eu te amei, mesmo que você não tenha me amado de volta."



P.S.: Tanto o filme quanto livro tem as frases mais poéticas e românticas meu povo, é muita sofrência em forma de filme/livro. Sendo assim esse também é um dos motivos de amor eterno por essa história.

Bem galera, é isso.
Seja o filme ou livro, espero que vocês consigam ver/ler e vocês possam apreciar o mesmo tanto que eu ou mais.








É, a vida é tão engraçada as vezes, ou tem um senso de humor um tanto quanto ácido tantas outras ... Eu que sempre falo de amor, que vivo a espera do meu "não-conto de fadas" estava distraída um dia desses ajudando no restaurante da família, se não me engano era um sábado. dia de feijoada e a casa estava cheia, estava meio louca, tendo que atender os clientes que estavam no estabelecimento e o telefone que não parava de tocar, quando atendo um rapaz e pergunto de forma cortes:
- O senhor precisa de mais alguma coisa?
e com um sorriso bobo no rosto ele respondeu 
- Senhor? Quantos anos você acha que eu tenho moça? 
Fiquei um pouco sem graça, porque a gente que trabalha com público tem mania de chamar todo mundo de Sr. ou Sra, mas me vi respondendo de imediato
- Acho que uns 28 anos no máximo 
Ele abriu o maior sorriso do mundo e respondeu:
- Olha, você acertou em cheio! Sendo assim não precisa me chamar de Sr. estou bem novo pra essas formalidades...
E nessas eu fiquei conversando com o rapaz por um bom tempo e o amigo que estava junto também começou a participar da conversa e tivemos um momento de descontração muito legal. 

De repente ele começou a frequentar o restaurante quase que diariamente. 

Eu num "surto" de independência decidi que não desceria mais pro restaurante e começaria a cuidar de criança em casa (já que sou apaixonada pelos pequenos humanos e um dia ainda pretendo me formar pedagoga) e nessas comecei a frequentar o restaurante apenas aos sábados, mas por dois finais de semana fiquei afastada porque tinha muita coisa pra fazer em casa e ainda estava doente. [sou mega sortuda sim] Vida que segue. 

Quando um dia na semana minha mãe vem mais cedo pra casa e me conta que o rapaz da conversa de outro dia estava sempre por lá e que já tinha perguntado por mim várias vezes e que havia ainda tentado descobrir se eu namorava ou alguma coisa do tipo...

RESUMINDO... Estamos saindo já tem duas semanas e ontem ele veio em casa (teoricamente conhecer meus pais). Ontem conversando com a minha melhor amiga, comentei com ela o quanto estou feliz e surpresa por algo assim ter acontecido tão inesperadamente e de forma tão espontânea... É aquele ditado "quanto tem que ser, acontece" e você nem precisa se esforçar tanto ou criar mil planos na sua cabeça... As coisas vão acontecendo normalmente e em alguns momentos eu me sinto muito próxima dele, mesmo não o conhecendo totalmente ou há tanto tempo. 

Ainda não estamos namorando, estamos nos conhecendo aos poucos, até agora gostei de tudo que vi e me sinto um tanto quanto ESBABACADA (boba, besta, boboca ou qualquer outro sinônimo) por algo tão ocasional estar dando certo e caminhando pra algo a mais.
Então, se você anda um pouco desmotivado ou achando que nada de novo acontece com a sua vida, vai dar uma volta, dá uma pausa nas séries, com a Netflix e vai respirar um pouco de ar fresco, quem sabe numa dessas o inesperado não acontece com você também?








Escolhi esse livro, porque ele é a continuação da saga Perdida, primeiro livro de uma autora brasileira (que não fosse as leituras de clássicos obrigatórios na escola) que peguei pra ler, e simplesmente me apaixonei pela escrita da Carina Rissi e como já havia comprado o livro e ainda não tinha tido tempo de ler, assim que vi o tema mensal do #Desafio12MesesLiterários já escolhi ele de imediato.  Como sempre agradeço a todos que acompanham o blog e espero que gostem da resenha! 


Livro - Prometida: Uma Longa Jornada para Casa
Autor (a): Carina Rissi
Páginas: 474
Tipo de capa: Brochura
Gênero: Literatura Brasileira - Romance
Idioma: Português

Sinopse Oficial
Elisa Clarke anda um pouco entediada. Seus dias parecem todos iguais, e os bailes há muito deixaram de lhe dar prazer. Não que isso seja surpresa, pois quando ela está presente os eventos se tornam um desastre! O que é injusto, já que ela sempre foi uma boa moça. Nascida em uma das famílias mais influentes da região, a jovem aprendeu desde cedo a respeitar as normas sociais e a se manter longe de escândalos. Na única vez em que ignorou uma dessas regras, Elisa acabou noiva. E foi apenas um beijo, ora bolas! Um beijo que Elisa fantasiou desde que conheceu e se apaixonou pelo belo e gentil Lucas. Como acontece nos contos de fadas, o jovem médico da cidade mudou sua vida para sempre. Mas não da maneira que ela esperava. Elisa agora está prometida a alguém que a despreza tanto que preferiu ir viver em outro continente. E tudo o que ela deseja é que as coisas permaneçam assim. O que Elisa não sabe é que seu noivo está a caminho do Brasil, e ela terá de enfrentar o homem cujo coração um dia se viu forçada a partir. Destinados a ficar juntos, mas separados pelo coração, Lucas e Elisa vão se envolver em uma sinuosa dança marcada por segredos, mágoas do passado, intrigas e uma arrebatadora paixão, que vai pôr em risco não apenas seus sentimentos, mas a vida de ambos. Em Prometida: uma longa jornada para casa, os leitores vão conhecer a história de Elisa, a doce porém decidida irmã de Ian Clarke, além de rever os personagens mais queridos da série Perdida.

Opinião da Pri
Sou uma eterna romântica e acho que quem acompanha o blog e lê meus textos já percebeu, então ler esse livro foi um enorme prazer pra mim. Uma leitura leve que traz o amor cortês que virou um amor relutante, duas coisas que amo por demais em um livro. 
Eu não gosto de me aprofundar demais na história porque senão acabo contando  livro todo, então vou ressaltar todos os pontos que gostei e os que menos gostei nessa leitura... 
PRIMEIRA COISA QUE AMEI foi essa capa gente, olhe bem pra essa capa e quem tiver a oportunidade de ir ao uma livraria mais próxima pegue esse livro em mãos e veja pessoalmente o quão linda ela é, assim que saiu a capa já fiquei extremamente apaixonada (acho que já disse isso, mas faço a linha leitora louca por capas, me julgue).
"A amizade verdadeira sobrevive a tudo. A distância não é capaz de destruir o amor. Acredite em mim."
SEGUNDA COISA QUE AMEI foi a Carina ter finalmente feito um livro na visão da Elisa pra contar a história dela, com os sentimentos dela impressos nas páginas e não na visão do que Ian pensa de tudo ou do que a Sofia observa e por mais que eu AME DE PAIXÃO A HISTÓRIA DE AMOR entre IAN e SOPIA, fiquei imensamente feliz por esse livro não ser mais sobre a história de amor deles e sim sobre a história de amor entre Elisa e Lucas o que foi a TERCEIRA COISA QUE AMEI. 
Outra coisa que AMEI foi o fato de finalmente a gente saber o que realmente aconteceu com Elisa e Lucas,como aconteceu esse amor deles e o que realmente aconteceu com a Elisa quando ela veio para o século 21. 
Agora, algumas coisas que não me agradaram tanto foi, a primeira delas é que achei a ordem cronológica do livro muito confusa, dá pra entender, porém gostaria que o livro tivesse sido montado de uma forma diferente, seguindo o ponto de partida do ultimo livro e não da forma como foi feita.
Segunda coisa que me deixou um pouco incomodada é que em algumas partes senti que a autora tentou "encher linguiça" e ficou rodeando um pouco na história e isso me incomoda muuuuuuito em qualquer livro, então fiquei bem desapontada... SÉRIO QUE ELES PRECISAVAM DEMORAR TANTO PRA SE ENTENDER CARINA? 

"O vento batia em meu rosto, espalhando as lágrimas enquanto meu coração se partia mais uma vez"
E o terceiro ponto que me incomodou muuuuuuito  e acho até que foi o ponto que mais me decepcionou é que em algumas passagem eu senti que a convivência da Elisa com a Sopia mudou algumas características nela, que até então era a personagem mais amorzinho da saga e transformou ela em uma moça "menos século 19 e mais século 21" então em alguns pontos,achei que houve uma perda de identidade muito grande. [Sério gente, teve uma passagem que eu até fechei o livro com tanta raiva que fiquei]
No mais, eu amei o livro, fiquei muito feliz em saber como de fato tudo aconteceu, mas se dependesse de mim, gostaria que a Carina encerrasse os livros da saga com este livro e provavelmente é um livro que dificilmente lerei novamente  (ao contrário do perdida e encontrada que li algumas vezes).

"Por muito tempo eu me senti vazia, incompleta e tão pequena quanto um grão de areia, tentando entender onde era o meu lugar neste mundo. Agora eu sabia. Não era feito de paredes nem tinha mobília, muito menos era um pontinho marcado no globo. Era onde eu me sentia segura e protegida, onde eu era aceita e amada da maneira que era."

Crédito ao dono* ACHEI LINDA ESSA IMAGEM! 

Essa foi resenha do mês, espero que vocês gostem e deixem nos comentários o que vocês acharam da resenha - ou do livro - caso tenham lido e por favor, quem tiver alguma sugestão de  livros nacionais, aceito de bom grado! 

P.s: Depois que reli minha resenha achei que ela ficou um pouco negativa, mas eu realmente gostei gente, dei 4 estrelas no Skoob ;) 



"Ando por aí querendo te encontrar em cada esquina paro em cada olhar" cantou Cássia Eller e por vezes quando me dei ao trabalho de olhar ao redor fui capaz de me apaixonar momentaneamente por um rapaz ou outro no metrô ou até mesmo um certo alguém que avistei de longe na praia na última viagem de final de ano. Normalmente, eu que não tenho nenhuma vergonha na cara tentaria uma aproximação, puxar assunto mencionando o tempo ou falando sobre a importância da capivara no ecossistema, mas já tem um tempo que não tento nada assim, acho que virei uma covarde ou simplesmente perdi a minha capacidade de fazer uma algo que depois faça com que ria de mim.
Acho que talvez fui perdendo a confiança em mim e isso talvez tenha feito com que ficasse com medo da rejeição, hoje em dias as pessoas podem ser tão cruéis e por causa de coisas tão pequenas que comecei a me trancar dentro de mim. O que é muito triste, ninguém devia se perder em si com medo do que tem lá fora. 
Então escrevo essas palavras com a intenção de encorajar as pessoas a serem menos introspectivas e tentar sair mais da sua zona de conforto e as demais pessoas gostariam que fossem menos impiedosas e levassem o próximo que tenta se aproximar (respeitosamente,claro) com bons olhos, com humor e leveza. A vida já é tão séria, a gente já precisa conviver com tanta coisa que não é legal como se fosse normal, então cabe a gente tentar suavizar o máximo que podemos, pra tentar encontrar equilíbrio e viver bem. 
Escrevo também como forma a ter um lembrete pessoal, que as vezes por conta do medo, posso perder grandes oportunidades, perder a chance de conhecer um novo amigo, um amor ou ao menos a chance de ter uma conversa legal, um papo descontraído. Um lembrete que  me faça  tentar ser mais aberta com as pessoas também, para que elas não se sintam intimidadas a não me abordar com medo de serem recebidas com rispidez. 
O que a gente precisa e chegar de mansinho e mostrar que é do bem, no mais deixar fluir e se preparar para as coisas boas que estão por vir...


P.S.: Cuidado pra não virar stalker e sair perseguindo as pessoas... HAHAHAHA ;)


 


Tecnologia do Blogger.